Célere prevê crescer até 15% em 2016

Matéria –  na integra – que saiu no site da Tecnologística:

A Célere, divisão do Grupo Movicarga especializada em atividades de intralogística, apresentou um crescimento de 12% no primeiro semestre de 2016 na comparação com o ano anterior. O índice foi motivado principalmente por três novos contratos fechados e pela ampliação de dois outros contratos já vigentes. Com isso, a empresa prevê encerrar o acumulado do ano com um crescimento de 15%.

Segundo o diretor-geral da Célere, Guilherme Pereira Osório, os novos contratos e ampliações são reflexos dos resultados operacionais alcançados junto aos clientes e do reconhecimento do mercado quanto aos serviços prestados pela empresa. “Estamos otimistas para 2017, uma vez que há uma tendência de aumento de projetos e retomada dos investimentos, principalmente em infraestrutura. Nesse cenário, a Célere poderá oferecer serviços de logística e locação de equipamentos para movimentação de carga”, diz.

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Os números positivos coroam o aniversário de dez anos da Célere, que nasceu em agosto de 2006 para atender ao mercado de intralogística e expandir as operações do Grupo Movicarga. Fundada em 1973, a Movicarga cresceu no mercado de locação de empilhadeiras e adquiriu a confiança de seus clientes, o que fez com que alguns passassem a terceirizar toda sua logística interna para a empresa.

Depois de alguns projetos de sucesso com grandes indústrias de diversos setores e com as operações da Fórmula 1, a Movicarga decidiu separar os negócios, dedicando uma empresa exclusivamente para a locação de equipamentos e uma nova marca somente para as operações de intralogística. Assim, a Célere já nasceu com um portfólio formado por grandes clientes dos mais diversos segmentos, como empresas do setor de papel e celulose, cosméticos, metalúrgico e químico, além da própria Fórmula 1.

De acordo com Osório, a Célere apresenta como grandes diferenciais essa diversidade e também flexibilidade, com excelência em operações industriais e estruturadas, como mudanças de plantas fabris e centros de distribuição, operações sazonais como páscoa e natal, atividades de e-commerce, recalls e shows, entre outras.